quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Cantar “rasgando a voz” pode ser uma prática saudável?

Esse é o título da comunicação que escrevi para o pediódico DIC - Distúrbios da Comunicação, junto com minha orientadora do mestrado, a fonoaudióloga Dra. Marta Assumpção de Andrada e Silva.

O texto é um panorama geral sobre as distorções, as pesquisas realizadas, os métodos de ensino e o que se sabe sobre a manutenção da saúde vocal ao realizá-las

Eis o resumo da obra: Cantar com a voz distorcida ou rasgada como é mais conhecido popularmente é comum em diversas formas de canto e não apenas no rock. As chamadas distorções vocais intencionais estão presentes na música há muitos anos e nas mais diversas culturas humanas. Mesmo assim esses tipos de produção ainda esbarram em preconceitos no sentido de se considerar, sem comprovação científica, que são prejudiciais à saúde vocal. O objetivo desta comunicação foi refletir sobre as distorções vocais intencionais no canto em um diálogo entre a Música e os campos que estudam a voz cantada como a Fonoaudiologia e a Laringologia. Na perspectiva de expandir o conhecimento sobre essas formas de emissão e relacionar as pesquisas que investigaram o assunto.

Se você quiser ler o texto na íntegra, é só baixar o PDF, de graça, no link: https://revistas.pucsp.br/dic/article/view/38335

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